A Conselheira EVA foi acusada de, supostamente, xingar o Presidente do clube de ladrão durante uma reunião do Conselho, justamente na presença de um outro conselheiro que é primo do MUSTAFÁ.
Foi instaurada uma sindicância especial, formada apenas por conselheiros, onde a conselheira foi "indiciada" em vários artigos do Clube.
Não faltaram os "sem-cargo e querendo-cargo" para testemunhar contra a Conselheira, inclusive com a apresentação de diversos e-mails particulares, supostamente de autoria da Conselheira, que nada tinham com a acusação. Apenas auto-promoção para que o Chefe os veja com "bons" olhos....
Apareceram várias testemunhas contra a conselheira, sempre vinculadas à situação. E sempre acusações novas e de situações onde nunca tinham outras testemunhas, ou seja, sempre conversas particulares com a conselheira EVA, o que inviabiliza qualquer possibilidade de defesa, pois o que quer que fosse dito pela Conselheira EVA, o que valia era a palavra dos "mandados" da situação.
O interessante é que o que uma testemunha dizia, a outra desmentia. Para ilustrar, uma conselheira indicada pelo antigo Presidente do clube (nem eleita foi), que é irmã da TODA PODEROSA DIRCE, esposa do Sr. Pagnota, vice-presidente do Clube, afirmou categoricamente que a Eva tinha chamado o presidente de ladrão numa conversa com o primo dele, que também é conselheiro. O interessante é que o próprio primo dele, em uma mostra de que nem tudo está perdido no clube, durante seu testemunho foi claro em negar que qualquer ofensa pessoal tenha sido dirigida ao presidente pela Eva.
Essa é apenas uma das diversas que ocorreram.
O que cabe realçar é que a Conselheira EVA foi perseguida pelo fato de não concordar com a forma que o clube é administrado.
Curiosamente, o relatório final da sindicância aponta que os testemunhos eram totalmente contraditórios, e mesmo nada sendo comprovado por mais de uma pessoa, o relatório sugere, uma suspensão de 365 dias.
Em sua defesa, a Conselheira teve o acompanhamento do advogado RENATO RECCHI que acredita "que as cartas já estavam marcadas e mesmo sem provas consistentes, uma vez que cada testemunha desmentia a anterior, a punição a conselheira era esperada pelo simples fato de ela ser oposição a atual administração.". O advogado acrescenta que "ouviu de membros da própria sindicância especial que nada podiam fazer, pois a ordem do antigo Presidente era clara quanto à punição à Conselheira EVA.".
Como a conselheira foi suspensa por 1 ano, impedida está de concorrer nas próximas eleições para o Conselho, o que, praticamente, converte sua suspensão em expulsão do Conselho, uma vez que a mesma deixará de ser conselheira em virtude do término do mandato eletivo e pela impossibilidade de concorrer novamente.
Esta é uma das diversas formas como são tratadas as pessoas que são contrárias à administração "democrática" do antigo Presidente.......
|